quarta-feira, julho 22, 2009

Um Recado Indiscreto


É fácil pedir perdão. E, bem mais fácil ainda, cometer erros. Ambos dependem somente de ti. São frutos provenientes de tua ação. Desigual é perdoar, pois tal atitude não depende somente de tuas palavras e pretenções. É exterior ao teu capricho, pois provém do outro e de tua memória.

Desta forma, NUNCA PEÇA PERDÃO LOGO APÓS UMA FALHA TUA. Não obrigue ninguém a lutar com forças que lhe são extrínsecas, nem a cometer um erro e, muito menos a se equivocar. Será inútil qualquer forma de perdão que receberes neste momento será apenas ilusório, temporário.Entregue tudo nas mãos do Amor. É ele quem perdoa tudo, mesmo! E é a pureza do teu sentimento que vai te fazer continuar sendo visto como antes. Que irá apagar da memória alheia a lembrança ruim que tu despertaste.


É o amor do outro que irá te perdoar, e não ele. Racionalmente nos protegemos, esquecer uma falha é muito difícil, e volto a dizer: ENTREGUE TUDO NAS MÃOS DO AMOR. (É bem mais fácil.) AMAR É ÚNICA COISA QUE LHE RESTA. E se quiseres mesmo ser perdoado, reaviva este sentimento dentro de ti, o outro reconhecerá o teu ânimo, pode confiar. Sendo assim, SIMPLESMENTE AME.

(by Maysa Baldez)




2 comentários:

  1. Teus textos são muito bons. Parabéns.

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  2. Rapaz, não sabia desse teu lado escritora. Gostei, continua escrevendo daí que eu leio daqui. Abraços.

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.de Partida - . de Chegada.

Escrevo a noite, antes de dormir, na mensagem de texto do meu celular. Creio que pra me fixar . Pra deixar num dia tudo aquilo que lhe pertence.
[Faço isso durante aquela meia hora (aqueeela) em que passa todos os acontecimentos do dia na cabeça, isto é, quando não se tem um dia daqueles em que o cansaço não deixa nenhuma brecha pra nossa imagino-(frusta)-ção].
E no dia seguinte (acordada!), me ponho a passar pro papel as percepções de um dia que já se foi, mas que me deixou ensinamentos perpétuos. Foi assim com este texto e provavelmente será com muitos outros.
Tenho frases, analogias, dúvidas que nem ao menos sei se se originaram em mim, se não as peguei emprestada de um livro, um livro ou um ser (morto) humano vivente; de um falatório na esquina, uma conversa de bonecas ou, ainda, de um pensamento falante.
Só sei que todos eles agora também me pertencem e me servem de ajuda própria e expropriada. Me vejo atravez de vocês. E espero um dia ser vista atravez de mim. Nada do que eu contar é só pra mim, ou só para vocês. Sendo assim:(ponto continuando).