domingo, outubro 25, 2009

Isso não me pertence.

O que eu tenho de mau, não me pertence...

Faz parte de uma parte de mim

que adquiri com esta vida de cão!

Não queria ter isso, e nem quero...

Vou tirá-lo de mim como seu tira uma criança do peito da mãe:

Aos poucos...

Crescendo, aprendendo e vivendo (ou ao contrário)

Me dando oportunidade de sair dessa...

De correr para um braço quando assim for preciso,

De chorar quando não estiver me sentindo bem

Me dou este direito... (algo contra?)


Tudo isso para tirá-lo de mim!


Parece difícil,

(parece fácil, às vezes também)

Mas independente de qual seja a mansidão deste problema

Sei que não estou só...

Deus está comigo,

E meus pais e amigos também...

Posso contar com eles pra tudo

E comigo também!


(by Maysa Baldez)

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.de Partida - . de Chegada.

Escrevo a noite, antes de dormir, na mensagem de texto do meu celular. Creio que pra me fixar . Pra deixar num dia tudo aquilo que lhe pertence.
[Faço isso durante aquela meia hora (aqueeela) em que passa todos os acontecimentos do dia na cabeça, isto é, quando não se tem um dia daqueles em que o cansaço não deixa nenhuma brecha pra nossa imagino-(frusta)-ção].
E no dia seguinte (acordada!), me ponho a passar pro papel as percepções de um dia que já se foi, mas que me deixou ensinamentos perpétuos. Foi assim com este texto e provavelmente será com muitos outros.
Tenho frases, analogias, dúvidas que nem ao menos sei se se originaram em mim, se não as peguei emprestada de um livro, um livro ou um ser (morto) humano vivente; de um falatório na esquina, uma conversa de bonecas ou, ainda, de um pensamento falante.
Só sei que todos eles agora também me pertencem e me servem de ajuda própria e expropriada. Me vejo atravez de vocês. E espero um dia ser vista atravez de mim. Nada do que eu contar é só pra mim, ou só para vocês. Sendo assim:(ponto continuando).